Atendimento a Alunos com Necessidades Educacionais Especiais
A expressão necessidades educacionais especiais
pode ser utilizada para referir-se a crianças e jovens cujas
necessidades decorrem de sua elevada capacidade ou de suas dificuldades
para aprender. Está associada, portanto, a dificuldade de aprendizagem,
não necessariamente vinculada a deficiência(s).
É uma forma de reconhecer que muitos alunos, sejam ou não portadores de deficiências ou de superdotação, apresentam necessidades educacionais que passam a ser especiais quando exigem respostas específicas adequadas.
É uma forma de reconhecer que muitos alunos, sejam ou não portadores de deficiências ou de superdotação, apresentam necessidades educacionais que passam a ser especiais quando exigem respostas específicas adequadas.
Embora as necessidades especiais na escola sejam amplas e diversificadas, a atual Política Nacional de Educação Especial aponta para uma definição de prioridades no que se refere ao atendimento especializado a ser oferecido na escola para quem dele necessitar. Nessa perspectiva, define como aluno portador de necessidades especiais aquele que “... por apresentar necessidades próprias e diferentes dos demais alunos no domínio das aprendizagens curriculares correspondentes à sua idade, requer recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas”. A classificação desses alunos, para efeito de prioridade no atendimento educacional especializado (preferencialmente na rede regular de ensino), consta da referida Política e dá ênfase a:
portadores de deficiência mental, visual, auditiva, física e múltipla;
portadores de condutas típicas (problemas de conduta);
portadores de superdotação.
A Escola Dr. Alfredo José Balbi, em atendimento ao preconizado nos Parâmetros Curriculares Nacionais, destaca entre os seus objetivos:
Atendimento a alunos com necessidades educacionais especiais cuja meta principal é assegurar condições para o ingresso e a permanência deles através das seguintes ações a curto prazo:
a) Flexibilização do processo ensino-aprendizagem de modo a atender às diferenças individuais;
b)
Adoção de currículos abertos e de propostas curriculares diversificadas
para atender a todos e propiciar o progresso de cada um em função das
possibilidades e diferenças individuais;
c)
Oferta de subsídios aos professores para a realização dessa tarefa,
através de estudos de documentos, sugestões de leituras, dinâmicas
organizadas pelos Serviços de Orientação Educacional e Psicologia
Escolar, troca de experiências entre os docentes e reuniões com a equipe
escolar;
d) Envolvimento de
toda comunidade escolar no processo de inclusão através de reuniões com a
Equipe de Apoio Técnico Pedagógico.
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